domingo, 3 de janeiro de 2010

Eu pude ver o brilho dos olhos dela, reagindo, sorrindo em resposta às palavras ditas pelos meus, inquietamente, silenciosamente, pois diziam a verdade sem exigir questionamento.
Ela nunca soube.
Ela nunca soube ler.
Aos meus olhos, porém, soube dizer.
A verdade inquestionável é que eu a amo.
Eu a amo, incansavelmente.

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